a protecção contra incêndios e respectivos sistemas de combate;
a evacuação, em que se inclui o fluxo de saída, a inexistência de obstáculos nos caminhos de evacuação (corredores e escadas) e o sistema de sinalização/orientação;
os riscos de ferimento, ou seja, as características das zonas interiores (balaustradas altas, corrimãos nas escadas e degraus irregulares) e exteriores (pavimentos, degraus irregulares, desníveis) da escola.
Para que numa escola a evacuação dos alunos se faça rapidamente e com um mínimo de ferimentos, é importante que existam saídas de emergência em número e largura suficiente e que os caminhos de saída sejam largos e sem obstáculos. As portas das saídas de emergência deverão ter barras antipânico, de forma a abrirem com um só movimento.
O sistema de evacuação tem de ser visível, claro e simples, não apresentando becos sem saída e exigindo poucas mudanças de direcção. Também as saídas de emergência e as escadas devem estar assinaladas, tal como os caminhos para o exterior.
A nível de risco de ferimentos, uma escola é um local onde as crianças brincam, jogam e praticam desportos. A possibilidade de se magoarem através de quedas, é elevada. No espaço exterior das escolas (onde os alunos jogam ou onde existem estruturas para brincar), o pavimento não deve ser rígido, nem apresentar degraus ou canais que provoquem quedas.
Também os caminhos para os portões não devem ter degraus, nem pequenos muros ou floreiras e, caso existam escadas exteriores, estas deverão ter corrimão, degraus regulares e não ser escorregadias.
Se houver uma estrada perto do portão de saída, tem de existir uma protecção para impedir que os alunos cheguem facilmente à estrada.