Logotipo da DECO/PRO TESTE
rule: Anonymous
Novo utilizador
Novo utilizador
 
Quem somos Ajuda Contactos Loja virtual
Pesquisar
Especial
SOS Crise
Energia
Canais
Alimentação
Ambiente
Automóvel
Casa
Dinheiro
Direitos
Electrodomésticos
Electrónica e telemóveis
Fiscalidade
Saúde
Serviços
Análises à água
Avaliação automóvel
Cartão de crédito
Cartão de saúde
Corretagem on-line
Crédito à habitação
Crédito pessoal
Condução defensiva
Formação
Formação pós-graduada
Poupança-reformado
PPR
Radão
Seguro Automóvel
Seguro de Mota
Solares de Portugal
SOS Consumidor
Tempos livres
Vantagens para seniores
Multimédia
Animações
Fotogalerias
Vídeos
Ferramentas
Simuladores
Preços nas lojas
Testes comparativos
Comparar e Poupar
Arquivo
ProTeste
Dinheiro & Direitos
Teste Saúde
Comunicados
Tomadas de posição
Dossiês
Dicas
Artigos
Participe
Dê o seu testemunho: publicidade dirigida a crianças - Clique para saber mais
  Dê o seu testemunho: publicidade dirigida a crianças  
Alertas
Modo de edição Editar  | Novo artigo  | Web Content Manager

Electricidade: sem novos fornecedores à vista

Em 2007, cerca de 6 milhões de portugueses vão pagar, em média, mais 6% pela electricidade que consomem. Isto é, quase € 30 por ano numa factura mensal que rondaria os 40 euros.

A notícia foi anunciada pelo Governo em Novembro último, após um longo debate sobre o aumento das tarifas. Apesar de este valor estar bastante acima da inflação e representar um encargo mensal adicional para as famílias, é mais aceitável do que os 15,7% propostos inicialmente pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

Mas esta limitação ao aumento pode ter efeitos perversos. Por um lado, não é suficiente para pagar os custos de produção da energia consumida pelo País, o que dificulta a entrada de novos fornecedores para o segmento doméstico. Só assim se explica que três meses após o fim da liberalização do sector eléctrico, os consumidores continuem a poder optar entre a EDP e... a EDP. Por outro, cria um novo défice a somar ao que já existe.

De facto, o País debate-se hoje com uma dívida no sector da energia de mais de 400 milhões de euros. Esta deve-se, em grande parte, aos custos de produção, inflacionados pelo aumento do combustível, mas também ao facto de não ter existido uma verdadeira política energética ao longo da última década. Para evitar o acumular deste défice nos próximos anos, é necessário que o Governo e os próprios consumidores adoptem já algumas medidas de urgência.

No caso do Governo, compete-lhe reduzir os custos de produção e rever os custos de interesse económico geral, como as rendas aos municípios e o fomento às energias renováveis, que representam mais de 16% da factura mensal dos consumidores particulares. É inadmissível, por exemplo, que sejam apenas estes a subsidiar estas energias alternativas, quando as empresas também beneficiam delas.

No caso dos consumidores, até que a Endesa, Iberdrola e Union Fenosa tenham condições para avançar com propostas de tarifas vantajosas, compete-lhes gerir da melhor forma a energia que consomem: por exemplo, adoptando tarifários e/ou potências mais adequadas.

Última actualização em Dezembro de 2006

 
Acompanhe-nos: DECO PROTESTE no Facebook DECO PROTESTE no Twitter DECO PROTESTE no YouTube DECO PROTESTE RSS