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A câmara digital e a autonomia da bateria destoam na satisfação elevada. A maioria dos utilizadores instalou mms e jogos. Muitos apontam o dedo a problemas de funcionamento.
Em Julho, o iPhone 3G chegou a Portugal pela Optimus e Vodafone. No nosso teste em laboratório, destaca-se pela versatilidade, ecrã táctil e autonomia (ver Informação relacionada). Para completar, lançámos um desafio aos utilizadores em Outubro. Procurámos saber a experiência, pontos fortes e fracos, através de um inquérito on-line. O mesmo fizeram as associações de consumidores espanhola, italiana e belga. Obtivemos cerca de 700 respostas.
Satisfeitos no geral
O aparelho está à altura das expectativas para 80% dos utilizadores. Estão bastante satisfeitos com a interface gráfica, sistema operativo, ligação Wi-Fi, função iPod e facilidade de uso. A autonomia da bateria é a mais decepcionante, com apenas 20% de utilizadores muito satisfeitos, seguida pela fraca qualidade da câmara. O sistema operativo consome bastante energia e convém desligar as ligações Wi-Fi ou Bluetooth quando não precisar delas. Evita ainda que programas pirata ou mal-intencionados usem estas “portas” para aceder ao iPhone.
A maioria dos problemas ocorre durante a navegação na Net ou numa chamada, as duas funções mais utilizadas. Assistir a vídeos, descarregar ficheiros, visualizar fotos ou escutar música também não estão isentos de contratempos, nem sempre resolvidos. Mas não se repetem com frequência.
Mais do que um telefone
Câmara digital, Internet, GPS: o iPhone tem inúmeras possibilidades. Mesmo assim, 70% dos utilizadores instalou aplicações ou programas, como mms e jogos, e estão muito satisfeitos com os mesmos. Facebook, Shazam e serviços remotos são bastante citados.
Cerca de 96% dos utilizadores usa o iPhone sobretudo para chamadas e 78% aproveita para navegar na Internet com frequência. A percentagem desce ligeiramente para 72% no acesso ao correio electrónico.
Mais de metade dos utilizadores ouve habitualmente música e cerca de um terço regista momentos com a câmara integrada. Apenas 1 em cada 4 recorre com frequência ao GPS.
Última atualização em novembro de 2008
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