|
Luísa Cunha, 64 anos, reformada, de Alverca (Lisboa), comprou um Nokia 6110 Navigator por € 210, na TMN, em Janeiro de 2008, para oferecer à filha.
Quinze dias depois, já o equipamento voltava à loja, com o microfone avariado. Depois, o telemóvel desligava-se com frequência e a rede falhava. Entre Setembro e Dezembro, cinco reparações não foram suficientes. À quinta visita, a TMN aconselhou a leitora a comprar uma bateria nova, pois a garantia da antiga tinha terminado. Luísa desembolsou 36 euros. Mas a bateria não resolveu os problemas.
Na sexta deslocação, desta vez, a um ponto de assistência técnica da Nokia, indicaram-lhe que a bateria tinha sido comprada em vão. Poucos dias depois, nova avaria. Farta deste vaivém, Luísa reclamou a troca do equipamento à Nokia e à TMN e pediu a nossa ajuda. Interpelámos a TMN.
Mais de um mês depois da nossa carta, a TMN propôs trocar o modelo por um Nokia E66, mais caro, e carregou até € 115 e 2000 pontos no cartão de Luísa. Como teria de pagar a diferença, a leitora recusou e exigiu que retirassem os créditos. Esperou mais um mês até receber um novo telemóvel igual ao que tinha comprado.
Para saber qual o melhor telemóvel, consulte a nossa ferramenta interactiva Comparar e Poupar.
|
|