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Nas promessas de “salto” em qualidade de imagem e poupança energética, só a última é cumprida e à tangente.
Um LCD LED e um LCD típico só se distinguem pelo tipo de retro iluminação. No
primeiro, centenas de pequenos díodos emissores de luz (light-emitting diodes)
substituem as lâmpadas fluorescentes dos LCD. Prescindir das lâmpadas permite
construir aparelhos mais finos e, em princípio, reduzir o consumo e melhorar o
contraste.
Mas a qualidade de imagem depende, sobretudo, do processador de imagem. Já o
consumo, além da fonte de iluminação, é influenciado pelo número de
sintonizadores, processador gráfico e amplificador de som, entre outros.
Na ferramenta Comparar e Poupar, pode confrontar os resultados
dos aparelhos com diferentes tipos de retro iluminação. Em termos médios, a
qualidade de imagem, contraste e ângulo de visão das tecnologias são similares.
Mesmo no consumo, único aspeto que as separa, os LED não revolucionam. Na
última análise, a média dos LED era 18% inferior à dos LCD: gastam 74 W contra
90 W dos LCD com 82 cm. No final do ano, são menos € 3 na fatura da luz, que
custa € 18 para os LCD.
Apesar de tudo, a representação de televisores LED nos nossos testes melhorou
no último ano e já há modelos que conseguem aliar boa imagem a um consumo
energético reduzido.
LCD típico
Usam lâmpadas fluorescentes e gastam, em média, menos 60% de energia dos
plasma. Os ecrãs LCD são muito menos refletivos, mas a perceção de detalhe nas
zonas escuras é inferior.
LCD LED, matriz dinâmica RGB
Ajuda a obter níveis de negro mais profundos e melhor contraste. Mas os
televisores não são tão finos como os que usam o método Edge-lit.
LCD LED, Edge-Lit
Os LED são colocados na zona periférica do ecrã, essencial para obter
aparelhos mais finos. Os elementos difusores asseguram que a iluminação se
propaga de modo uniforme.
Última atualização em janeiro de 2011
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