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A Panasonic é a marca mais apreciada pelos nossos inquiridos: exibe a melhor visão tridimensional e resolução de imagem.
Os televisores 3D invadiram as lojas e começam a dar-lhes uma nova dimensão. Para conhecer a experiência e utilização de quem já tem este tipo de dispositivo, pedimos a opinião a mais de 400 consumidores de Portugal, Espanha, Itália, Bélgica e Brasil.
A tecnologia da 3.ª dimensão dominou as atenções na feira eletrónica de Berlim. Veja o teste completo na ferramenta Comparar e Poupar com informação para 449 modelos, dos quais 90 com a função 3D. Acompanhe as notícias e dicas sobre televisores.
Panasonic convincente
Conforto para os olhos e efeito 3D: a esmagadora maioria dos portugueses inquiridos (80%) revelam que estes televisores melhoraram o modo de ver televisão. Mais de um terço prefere a experiência no televisor em casa à sala de cinema.
A satisfação global com os televisores 3D é bastante elevada, sobretudo nos modelos da Panasonic: a marca com o desempenho 3D mais convincente para os inquiridos. Vence em todos os critérios avaliados, exceto na compatibilidade com consolas de videojogos, onde a Sony leva a melhor.
Top de satisfação por marca (até 100 valores)

Ainda assim, mais de um terço dos inquiridos sentem-se incomodados ao usar os óculos especiais para assistir aos programas em 3D, o que é substancial. E 43% dos inquiridos portugueses queixam-se porque os óculos 3D não encaixam bem nas orelhas.
1 em 10 queixa-se de dores de cabeça fortes
Um em cada 10 inquiridos relata dores de cabeça fortes e náuseas. Estes são os casos mais graves. A incidência não se altera entre quem já precisa de óculos ou lentes corretivas para ver melhor.
Nos testes mais recentes em laboratório, o nosso painel salienta que o efeito 3D é cansativo para a vista e provoca dores de cabeça, sobretudo após longos períodos de visionamento.
Contras da tecnologia 3D

Maioria escolhe ecrã a partir de 40 polegadas
Mais de metade dos inquiridos compraram o televisor 3D este ano. Em média, pagaram 1460 euros. Mais de 70% dos consumidores equiparam a sua sala com um modelo de retroiluminação por LED: esta é mais poupada do que as lâmpadas dos LCD típicos. A diagonal de ecrã mais procurada mede 40 a 46 polegadas. A marca Samsung foi escolhida por mais de metade dos utilizadores nas compras.
Em 74% dos casos, os óculos especiais estão incluídos no preço do televisor 3D. Em geral, são os chamados modelos de obturação ativa (80%) com uma bateria própria. Quase todos revelaram nunca ter substituído os óculos fornecidos de origem. Comprados à parte, as lojas já vendem óculos entre 45 e 150 euros.
Os inquiridos denunciam avarias frequentes no comando remoto, nas ligações e nos óculos para ver 3D. O principal problema manifesta-se ao tentar ligar o televisor, em 11% dos casos. A Philips acusa os piores resultados. Estas avarias não são muito diferentes das que foram relatadas nos televisores tradicionais, sem o efeito 3D.
Principais avarias

Blu-Ray em primeiro plano
Os consumidores admitem não fazer uma utilização real deste equipamento. Mas no estudo os portugueses são os maiores exploradores do efeito 3D: representa 23% do tempo de utilização do seu televisor.
A maioria dos inquiridos utiliza o televisor 3D para visualizar discos Blu-Ray e filmes. Só depois surgem os documentários e as emissões desportivas. A explicação pode ser a escassez de programas transmitidos em 3D.
Última atualização em outubro de 2011
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