Logotipo da DECO/PRO TESTE
 
Se já está registado faça o seu login
Nome de utilizador
Palavra-passe
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe?
 
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe
Especial
SOS Poupar
TDT
Eletricidade sem extras
Afinsa
Ferramentas
Simuladores
Testes comparativos
Proteste Auto
Comparar e Poupar
Guias práticos
Protocolos
Avaliação da habitação
Cartão de crédito
Corretagem on-line
Poupança-reformado
PPR
Radão
Reparação automóvel
Seguro auto e mota
Solares de Portugal
Tempos livres
Vantagens para seniores
Conselhos financeiros
da DECO PROTESTE


Alertas

Depressão: reconhecer e tratar

Tem vontade de chorar, desânimo e sensação de vazio há mais de três semanas? Procure ajuda e reencontre o seu equilíbrio e bem-estar.

Depressão: reconhecer e tratar

Em Portugal, estima-se que, todos os anos, um milhão de pessoas sofra da doença, mas só um quarto chega aos cuidados médicos. Muitos não conseguem admitir que estão deprimidos e têm dificuldade em procurar um médico, por julgarem que é sinónimo de fraqueza de carácter.
Os tratamentos passam por psicoterapia e/ou medicação. O importante é dar o primeiro passo e procurar ajuda.

Sintomas típicos:

  • tristeza e desânimo (sensação de vazio);

  • baixa auto-estima e sentimentos de culpa;

  • irritabilidade, sobretudo nas crianças e adolescentes;

  • pessimismo;

  • perda de interesse por actividades que davam prazer;

  • fadiga;

  • perda de libido;

  • distúrbios do sono (insónias ou excesso de sonolência);

  • dificuldades de concentração, de memória e a tomar decisões;

  • alterações do apetite (perda ou excesso);

  • ansiedade;

  • pensamentos recorrentes sobre morte ou suicídio.

Procure ajuda se...

  • Tiver quatro ou mais sintomas característicos de depressão, incluindo a perda de interesse em quase todas as actividades, sem haver um motivo óbvio (por exemplo, separação ou morte de alguém).

  • Os sinais de alarme perdurarem por mais de duas semanas ou tiver pensamentos recorrentes sobre morte ou suicídio.

  • Sentir tristeza e muitas dificuldades em trabalhar e lidar com os problemas do dia-a-dia.

Identifica-se com alguma situação referida acima? É provável que tenha uma depressão. Nunca tome antidepressivos por sua iniciativa. Convém consultar um profissional de saúde. O médico de família poderá encaminhá-lo para um psicólogo ou psiquiatra, para fazer o tratamento adequado.
Numa depressão ligeira, os sintomas apenas afectam uma parte do quotidiano. Não se recorre habitualmente a medicação, mas age-se sobre os factores que podem contribuir para o humor depressivo, incluindo o estilo de vida (melhorando o sono, fazendo exercício físico, etc.).
A medicação é sobretudo indicada para tratar depressões moderadas e graves. É aconselhável combinar com psicoterapia, sobretudo nas depressões graves.

Participe na cura

  • Vá ao médico ou psicólogo e fale abertamente sobre o que sente: tristeza, desânimo, alterações do sono e apetite, dor de cabeça, problemas digestivos, etc. Discuta as possibilidades de tratamento e diga-lhe o que prefere.

  • A medicação nem sempre é eficaz. Num terço dos casos, pode não dar um resultado totalmente satisfatório. Mas o paciente tem de ser informado que as melhoras começam só ao fim de três a seis semanas de tratamento.

  • Nunca se deve abandonar a medicação por se sentir melhor ou pensar que não faz efeito. Primeiro, fale com o médico. Pode ser necessário experimentar vários medicamentos e dosagens.

  • Se o médico prescrever um antidepressivo, pergunte-lhe se existe genérico. As diferenças de preço podem ser significativas.

  • A comparticipação dos antidepressivos é maior para os pacientes com uma depressão grave ou recorrente. Para isso, o médico deve escrever a portaria n.º 1474, de 2004, na receita.

  • Se tiver de tomar antidepressivos, pergunte-lhe quais os possíveis efeitos secundários e o tempo do tratamento. Após iniciá-lo, refira eventuais efeitos secundários ou alerte o médico caso sinta que piorou.

  • Não falte às consultas regulares, nem deixe de tomar a medicação assim que se sentir melhor. Os riscos de recaídas são grandes e o abandono do tratamento deve ser feito gradualmente, para minimizar os efeitos de privação (tremores, insónias, náuseas, ansiedade e irritabilidade).

 
 
  Deco Proteste   Publicações   Ferramentas   Multimédia   Arquivo
 
  Contactos   Proteste   Simuladores   Animações   Artigos Acompanhe-nos
  Quem somos   Dinheiro & Direitos   Proteste Auto   Fotogalerias   Dossiês
  Perguntas frequentes   Teste Saúde   Comparar e Poupar   Vídeos   Dicas
DECO PROTESTE no Facebook  DECO PROTESTE no Twitter  DECO PROTESTE no YouTube  DECO PROTESTE RSS
  Protocolos   Guia Fiscal           Comunicados
  SOS Consumidor   Guias práticos            
  Proteste Investe   Miniguias              
 
© 2011 DECO PROTESTE. Independente | Credível | Perto de si