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Mais informação, boas leis e fiscalização são essenciais para restaurar a confiança nas empresas e no sector financeiro.
A falência de grandes empresas e informação errónea de auditores e agências de notação de risco de crédito (rating), desmascaradas pela actual crise económico-financeira, foram o ponto de partida para o seminário comemorativo dos 35 anos da DECO, a 27 de Abril, em Lisboa.
Num mundo global, com produtos e mercados cada vez mais complexos, compete ao Governo assegurar um conjunto de leis que permitam agir de forma eficaz contra as empresas que enganam deliberamente o consumidor, bem como impedir limitações à acção dos reguladores. A bem da transparência, deve ser combatida a facilidade com que estes passam a trabalhar nas empresas reguladas (e vice-versa).
A DECO defende que urge responsabilizar os reguladores pela sua actividade, para inverter esta tendência. É também fundamental que as associações de consumidores tenham lugar cativo nos órgãos consultivos das entidades reguladoras, para poderem agir de forma pró-activa e não reactiva em situações de crise.
O evento contou com Meglena Kuneva, comissária europeia para a Protecção dos Consumidores, Teixeira dos Santos, ministro de Estado e das Finanças e Carlos Tavares, presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, entre outros. Disponibilizamos as apresentações em Documentos adicionais.
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À entrada do Seminário Internacional, organizado pela DECO |
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Panorama no grande auditório da Culturgest |
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Oradores da sessão de abertura: Jorge Morgado, Meglena Kuneva, Teixeira dos Santos, Alberto Regueira e Amaral Gomes |
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Oradores da sessão II: Vital Moreira, Sir Ian Byatt, Paulo Trigo Pereira, Jorge Vasconcelos e Ashley Brown |
Última atualização em abril de 2009
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