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Em agosto de 2009, o filho do nosso leitor E.N., de Elvas, sofreu um acidente grave e esteve vários meses hospitalizado.
O paciente resolveu, por isso, acionar o seguro de hospitalização por acidente que tinha na sucursal portuguesa da Combined Insurance Company of Europe Limited.
Passado cerca de 1 mês, a companhia pediu mais elementos de prova, que foram prontamente enviados. O tempo foi passando e a indemnização não chegava, pelo que o leitor contactou várias vezes a empresa. A resposta era sempre a mesma: o processo estava em análise.
Em março de 2010, recebeu € 650, descritos como a primeira prestação. Só nessa altura E.N. ficou a saber que iria receber por fases. No mesmo mês, a seguradora pediu originais de alguns documentos. O hospital satisfez o pedido.
Em junho, a família recebeu mais € 650 e, em julho, foi informada de que não tinha direito a mais nada. Ora, pelas contas do leitor, ainda faltavam 5 500 euros. Por isso, queixou-se ao Instituto de Seguros de Portugal e pediu a nossa ajuda.
Contactámos a seguradora em outubro de 2010. Passados 2 meses, esta comprometeu-se a pagar a indemnização devida e pediu desculpa ao segurado.
A questão está resolvida graças à persistência de E.N. É de lamentar, contudo, a espera superior a 1 ano por uma solução com grande desgaste para o consumidor.
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