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Escola encerrou sem dar explicações, mas Isabel Rebelo, 56 anos, de Lisboa, recuperou os € 158 cobrados já no período sem aulas.
A leitora inscreveu-se com a filha na Opening School em Setembro de 2001: por mês pagavam 79 euros. Quando assinou o contrato, não lhe deram uma cópia para analisar melhor as condições. Acertou o pagamento por transferência do seu banco.
Em Julho de 2002, ao deparar com as instalações encerradas e após contactar a escola sem sucesso, Isabel cancelou a transferência no banco. Mas já tinham debitado 2 prestações de meses sem aulas. Só em 2003, confirmou no Banco de Portugal que o seu nome constava da lista de devedores. A “dívida” aumentava mensalmente, desde que tinha travado os débitos.
Poderia ter ficado inibida de assinar cheques. Felizmente, não teve problemas com o cartão de crédito, nem precisou de empréstimos durante os 8 anos. A leitora foi até testemunha em tribunal na acção que a DECO moveu. Ao conhecer o desfecho, em Abril último, enviou a minuta ao BBVA para exigir a devolução. Numa semana, o banco reembolsou os € 158 cobrados já no período sem aulas.
DECO ganha acção
A escola de inglês Opening School encerrou no Verão de 2002 sem dar explicações aos alunos. Na inscrição, a escola apresentava duas opções de pagamento: no imediato ou através de um crédito de consumo com outras instituições, que muitos assinaram sem saber do que se tratava. O crédito manteve-se apesar do fecho. Alguns alunos suspenderam os pagamentos e ficaram na lista negra do Banco de Portugal como devedores até ao fim do processo em tribunal.
Última atualização em outubro de 2010
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