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Fnac e Optimus desculparam-se com garantia de 1 ano dada pela Apple, marca norte-americana, para recusar a reparação. Mas o prazo na lei europeia é o dobro.
Um ano depois da compra por € 499,90, em Agosto de 2009, o ecrã do iPhone 3G de Pedro Graça, 23 anos, deixou de funcionar. Este estudante de Gueifães (Maia, distrito do Porto) exigiu a reparação na loja Fnac do NorteShopping.
Deixou o aparelho e só um mês depois a Fnac o informou de que nada podia fazer: a Optimus, operadora associada ao telemóvel, recusou a reparação porque a marca Apple só concedia 1 ano de garantia, e não 2, como manda a lei no nosso país e na Europa.
Mas a factura da compra emitida pela Fnac contradizia o vendedor. Em letras bem visíveis, destacava os 2 anos de garantia. Pedro pediu os nossos conselhos para agir e registou a queixa no livro de reclamações da loja. Mas 3 meses após a primeira denúncia do defeito, continuava sem solução. Em Novembro, juntámos a nossa voz à de Pedro e pedimos esclarecimentos à Fnac.
Entretanto, Pedro foi contactado pela loja. Como o iPhone 3G já não estava disponível, propuseram a troca por outro telemóvel Optimus até ao valor do antigo. Pedro optou pelo iPhone 3G S e pagou a diferença de € 110, pois não pretendia um modelo diferente.
Se tiver problemas com um bem dentro da garantia, o primeiro balcão onde deve reclamar é o do vendedor. Este tem de assegurar uma das quatro soluções: reparação, troca, redução do preço ou resolução do contrato, com devolução do dinheiro.
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