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Duas cartas e 8 meses depois, o stande resolveu o problema do ruído na direção do carro. Paula Salgueiro perdeu a conta às reparações pelo meio.
Paula Salgueiro, da Bobadela (concelho de Loures), esperou um ano pela reparação definitiva do ruído na direção do carro novo. Mas só a 8 meses do fim da garantia, a nossa associada escreveu ao vendedor e à marca.
Burburinho recorrente
Paula comprou o Chevrolet Captiva por 32 mil euros, à I.S. Car, em dezembro de 2007, com garantia de 3 anos da marca. A associada começou a notar ruídos na direção antes de o veículo completar um ano e meio, em 2009. As várias intervenções do stande não corrigiram o defeito. Abril de 2010 marca o fim da paciência de Paula, que reclamou por carta registada à I.S. Car e à Chevrolet.
Como a nova visita ao reparador não calou o ruído, Paula pediu a nossa intervenção. Duas semanas após a contactarmos, a I.S. Car abria de novo as portas da oficina.
Passados 5 meses e com novas reparações, o problema persistia, a um mês do fim da garantia.
Garantia em ponto morto
À segunda carta enviada, a I.S. Car respondeu que os problemas estavam resolvidos e Paula confirmou. O prazo de garantia pode ser superior ao obrigatório de 2 anos, desde que fique estabelecido no contrato. A contagem do período é suspensa enquanto o defeito estiver em reparação e ficar privado do bem. Exija um comprovativo com as datas da reparação e de entrega do carro.
Última atualização em julho de 2011
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