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Créditos rápidos: facilidade pesa na carteira

20 Julho 2011
Créditos rápidos: facilidade pesa na carteira

Pense duas vezes antes de contratar um empréstimo rápido. O crédito pessoal do banco, o cartão de crédito e o descoberto autorizado da conta-ordenado podem ficar mais baratos.

Computador, mobiliário, viagens ou outros bens e serviços nem sempre estão ao alcance da carteira. O ideal é juntar dinheiro e contornar os pe­rigos do endividamento, mas, por vezes, torna-se inviável esperar.

Nestes casos, o consumidor pode ser tentado a avançar para um empréstimo rápido. Analisámos as condições de 9 produtos de 4 instituições financeiras (SFAC), na forma de linhas de crédito e crédito pessoal. As primeiras são demasiado caras, pelo que não as aconse­lhamos. Alguns produtos cobram TAEG na ordem dos 30 por cento. Os créditos pessoais rápi­dos rivalizam com os bancários, sobretudo para prazos mais reduzidos. Mesmo assim, praticam taxas superiores à do melhor banco no crédito pessoal.

Pouca burocracia, muitos custos
O crédito pessoal rápido funciona como o dos bancos. O consumidor pede um montante, a re-embolsar num prazo escolhido por si ou predefinido pela instituição.
Paga em presta­ções fixas, calculadas com base numa taxa de juro. No geral, o dinheiro é disponibilizado de uma só vez. Como garantia de pagamento, é exigida uma livrança assinada, executada em caso de incumprimento.

Nas linhas de crédito, o consumidor tem um valor máximo (plafond) para gas­tar à medida das necessidades. Os valores vão sendo subtraídos ao total definido.

O re-embolso é feito em prestações, calculadas consoante o montante em dí­vida, o prazo e a taxa de juro predefinidos pela instituição de crédito.

Se utilizar € 700 de um plafond de € 2000, fica a pagar juros apenas sobre aquele montante e ainda pode usar 1300 euros. À medida que repõe os € 700, o capital disponível aumenta, mas tem sempre o limite de 2000 euros.

Este tipo de crédito foi pensado para quem está sujeito a despesas inesperadas e pretende uma "reserva" sempre à mão.

30% a caminho do sobre-endividamento
E se lhe dissermos que, numa linha de crédito com entrega única de 2 mil euros, a re-embol­sar em cerca de 4 anos, tem de suportar mais € 1196 de custos? São estas as condições de um produ­to analisado, que pratica uma TAEG superior a 30 por cento. No final do prazo, terá pago um total de € 3196 euros. Este exemplo é muito claro quanto ao preço da rapidez.

O crédito pessoal rápido mais barato cobra uma TAEG de 15,1%, num emprés­timo de 5 mil euros a 24 meses. Os custos são de 764,68 euros. O melhor banco no crédito pessoal pede menos para as mesmas condições: 13,8%, com custos de 674,98 euros.

Apesar de caros, só dois produtos de crédito pessoal ultrapassam as TAEG máximas definidas pelo Banco de Portugal: 19,1% para o segundo trimestre de 2011. No geral, as instituições alegam que as taxas acima do limite são teóricas, mas o último relatório de supervisão do banco central prova o contrário. Foram assinados vários contratos ilegais em 2010.

Compare outros produtos
Para compras rápidas que envolvam montan­tes relativamente reduzidos (por exemplo, até 2 mil euros), pode recorrer ao cartão de crédi­to. Proporciona um pe­ríodo sem juros, que pode ir até 50 dias. Se pagar a totalidade da dívida, não tem custos. No caso de recorrer a pagamentos faseados, preste atenção à taxa de juro e compare-a com as de outras formas de crédito.

Uma alternativa é o descoberto das contas-orde­nado, que varia com os rendimentos do consumidor. Os mais baratos têm taxas inferiores às dos cartões de crédito.

Se precisar de um mínimo de 2 mil euros para uma compra planeada e puder esperar 2 semanas pela análise do processo, o crédito pessoal dos bancos é mais indicado. Visite várias instituições, a co­meçar pela sua, peça simulações e compare as propostas a partir da TAEG.

Escolhida a modalidade de crédito, analise os custos, para não comprometer o orçamento familiar. Utilize o simulador no nosso portal e obtenha os cálculos para vários prazos e montantes.
Se já está em situação de incumprimento, peça ajuda a um Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado da DECO, presentes na sede e delegações regio­nais. A nossa equipa pode ajudá-lo a renegociar as dívidas.


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