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Fraldas: prós e contras de descartáveis e reutilizáveis

O tipo de lavagem e secagem das fraldas reutilizáveis determina a sua poupança e impacto ambiental.

Fraldas: prós e contras de descartáveis e reutilizáveis

Nos primeiros 2 anos de vida, o investimento dos pais de um bebé na compra de fraldas é avultado. Enquanto os seus herdeiros não são autónomos a controlar o chichi e o cocó, no final de 30 meses, pode empilhar entre 5 a 6 mil fraldas usadas, para um gasto médio de 6 mudas diárias.

Mais práticas do que as de tecido e reutilizáveis, as fraldas descartáveis são a opção da maioria dos pais. Os fabricantes têm reduzido a quantidade de matérias nas descartáveis, nomeadamente no polietileno para revestir a fralda e a espessura da celulose. Em 4 anos, o peso das fraldas foi reduzido em 13 por cento. Na maioria das fraldas, a celulose e o algodão são fibras de origem natural. Mas poucas se preocupam com a origem sustentável.

Bebé sem fraldas é amigo do ambiente
Tente tirar as fraldas o mais cedo possível ao seu filho. Este gesto tem consequências benéficas: reduz o dinheiro gasto e o lixo. Dois anos e meio é a idade habitualmente considerada adequada para retirar as fraldas. Mas, a partir dos 18 meses, poderá ser possível começar a treinar o controlo do chichi e do cocó. Equacione a melhor fralda para o bebé e o impacto ambiental e financeiro da escolha.

As reutilizáveis, de material lavável na máquina, são progressivas e acompanham o crescimento da criança até aos 2 ou 3 anos, mas o tipo de lavagem é crucial no que respeita ao impacto ambiental: temperatura, número de ciclos de lavagem, quantidade de detergente e forma de secar. As fraldas de tecido podem reduzir o impacto ambiental caso recorra regularmente ao estendal e, sobretudo, caso sejam guardadas para uma segunda criança. A máquina de secar deve ser usada como último recurso.

Por vezes, as embalagens das descartáveis exibem uma alegação sobre a presença de componentes, mas não mostram a lista de ingredientes. Se a criança for alérgica a um determinado componente, é importante para os pais e o pediatra conseguirem despistar a sua origem.

Camada a camada
Numa fralda, o desafio é garantir que retém a maior quantidade de líquido, mas sem o deixar passar para a pele mais sensível do bebé, prevenindo a sua irritação. A fralda é composta por elásticos, essenciais para prevenir fugas durante o sono, uma camada absorvente de celulose, para reter o chichi na fralda, por bandas elásticas, uma barreira para as fugas de chichi, sobretudo quando o bebé se mexe, e por uma camada de plástico.

O polietileno isola os líquidos no interior da fralda, os adesivos ajustam a fralda ao corpo e o núcleo central, impregnado com polímero, tem grande capacidade de absorção.

Mudar a fralda em segurança
Para mudar a fralda, escolha um local quente e agradável. Coloque o bebé numa superfície limpa e estável. Certifique-se de que tem à mão uma fralda e uma toalha limpa sob o bebé, toalhetes para limpar o rabinho e creme hidratante ou pomada à base de óxido de zinco, se a pele estiver irritada.

A higiene das meninas e dos meninos deve ser cuidadosa e externa. Por exemplo, não limpe o interior da vagina e não levante o prepúcio, nos meninos.

Numa cama ou superfície elevada para mudar a fralda, nunca deixe o bebé sozinho. Pode mover-se e cair.

Quando descolar os adesivos da fralda usada, cole-os sobre si mesmos, para evitar que se agarrem à pele do bebé

Não use toalhetes, se a pele estiver “assada”. Lave o rabinho só com água e sabão neutro e seque bem. Depois aplique uma pomada à base de óxido de zinco.

  Este texto respeita o novo acordo ortográfico
 
 
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