Logotipo da DECO/PRO TESTE
 
rule: Anonymous
Se já está registado faça o seu login
Nome de utilizador
Palavra-passe
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe?
 
Recuperar palavra-passe Recuperar palavra-passe
Especial
SOS Poupar
TDT
Eletricidade sem extras
Afinsa
Protocolos
Avaliação da habitação
Cartão de crédito
Corretagem on-line
Poupança-reformado
PPR
Radão
Reparação automóvel
Seguro auto e mota
Solares de Portugal
Tempos livres
Vantagens para seniores
Ferramentas
Simuladores
Testes comparativos
Proteste Auto
Comparar e Poupar
Guias práticos
Alertas
Conselhos financeiros
da DECO PROTESTE


Crédito intercalar: casa nova a que preço?

Se tiver de pedir um crédito intercalar para dar como sinal de uma casa nova ou para trocar a antiga sem ter vendido a actual, o banco irá exigir-lhe que contrate aí o empréstimo principal. E se alguns até cobram a mesma taxa pela totalidade do crédito, outros exigem-lhe bastante mais pelo adiantamento do sinal. A estas conclusões chegou a DINHEIRO & DIREITOS, na sua edição de Setembro, num estudo que envolveu um total de 17 bancos.

Para quem estiver a pensar em aderir a esta modalidade de crédito, aquela revista do consumidor deixa alguns conselhos:

  • em primeiro lugar, leve o negócio até ao fim. Se, antes da realização da escritura do empréstimo principal, quiser mudar para um banco com condições mais atractivas, arrisca-se a pagar uma penalização; esta varia entre 1 e 3%, no crédito para sinal, e 2 e 3%, na vertente de troca de casa;
  • no crédito para sinal, evite alongar os períodos de carência. Embora sejam aliciantes à primeira vista, pois obrigam o cliente a um menor esforço financeiro durante um determinado período (durante o qual paga apenas juros e não o capital), os períodos de carência são perigosos – quanto maiores forem, maior será o valor dos juros a pagar no final;
  • no crédito para troca de casa, certifique-se de que tem capacidade financeira para pagar dois empréstimos em simultâneo e por inteiro, caso não consiga vender o imóvel antigo (e que está hipotecado ao banco) até ao final do período de carência. Aliás, segundo a revista da DECO/PRO TESTE, “esta não é uma situação nada improvável, se tivermos em conta o momento de crise que o país atravessa e que tem afectado o sector imobiliário”;
  • por fim, lembre-se de que, se demorar mais de 12 meses a vender a casa antiga (a contar da aquisição da nova), deixa de poder beneficiar da possibilidade de isenção do imposto sobre as mais-valias, pois o fisco deixa de considerar o reinvestimento.

| Dinheiro & Direitos n.º 59 - Setembro/Outubro de 2003 - Páginas 18 a 20 |

01.09.2003

Leia outros   comunicados

 
 
  Deco Proteste   Publicações   Ferramentas   Multimédia   Arquivo
 
  Contactos   Proteste   Simuladores   Animações   Artigos Acompanhe-nos
  Quem somos   Dinheiro & Direitos   Proteste Auto   Fotogalerias   Dossiês
  Perguntas frequentes   Teste Saúde   Comparar e Poupar   Vídeos   Dicas
DECO PROTESTE no Facebook  DECO PROTESTE no Twitter  DECO PROTESTE no YouTube  DECO PROTESTE RSS
  Protocolos   Guia Fiscal           Comunicados
  SOS Consumidor   Guias práticos            
  Proteste Investe   Miniguias              
 
© 2011 DECO PROTESTE. Independente | Credível | Perto de si