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Nacionalização do BPN: sem risco para o consumidor

Se tem depósitos ou outras aplicações no Banco Português de Negócios, pode manter, apesar de o Governo ter nacionalizado o banco.

O Ministério das Finanças anunciou a nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN) no início de Novembro devido a perdas acumuladas de 700 milhões de euros e indícios de fraude. A administração do banco é agora assumida pela Caixa Geral de Depósitos (CGD).

A medida do Governo e do Banco de Portugal garante a solvabilidade do BPN, pelo que os consumidores nada têm a temer. Se tiver depósitos ou outras aplicações neste banco, como a conta poupança-reformado negociada pela DECO, com condições especiais para associados, pode manter. Se pretende aplicar as suas economias num depósito sem risco, o BPN continua a ser a melhor opção para alguns prazos.

A N Seguros, uma das nossas Escolhas Acertadas no seguro automóvel, e a Real Seguros, ambas seguradoras do BPN, estão excluídas do processo de nacionalização. Para informações sobre este caso, telefone para a linha de informação financeira (808 200 147).

Para quê nacionalizar?
Ao nacionalizar o BPN, o Governo entrega a gestão do banco à CGD para evitar a falência. As dificuldades do BPN devem-se, segundo o governador do Banco de Portugal, a operações ilegais em paraísos fiscais.

Quais as consequências?
A nacionalização pode prolongar-se por 3 a 5 anos. No fim deste período, o BPN pode ser integrado na CGD e vendido (por inteiro ou por partes) ou continuar como um banco autónomo.

Devo ficar preocupado com os meus depósitos no BPN?
Não. A intervenção do Estado assegura as condições contratadas e o dinheiro depositado pelos consumidores. Se o banco falisse, poderia ainda contar com o Fundo de Garantia de Depósitos, que paga até 100 000 euros.

O que faço à minha conta poupança-reformado?
Pode manter. A nacionalização do BPN não afecta as condições do protocolo negociado com a DECO. A conta poupança-reformado DECO/BPN continua a oferecer a melhor taxa de juro para associados (actualmente, nos 5,5% líquidos até 10 500 euros) e um contrato sem cláusulas lesivas. Não tem encargos de manutenção, nem penalização por movimentos após 3 meses.

  Última atualização em novembro de 2008

 
 
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