|
O Governo aumentou as rendas máximas e os subsídios do programa de apoio ao arrendamento jovem. A segunda fase de candidaturas já está a decorrer. Basta preencher o formulário on-line, no Portal da Habitação.
O Executivo aproveitou ainda para definir novas regras na atribuição e cálculo do subsídio. O método é agora mais complexo, mas ganha em transparência. Também deverá beneficiar uma maior franja da população.
Os candidatos recebem uma pontuação face a 5 critérios. Em princípio, quem tenha menores ou deficientes a seu cargo, salário mensal até € 1065, maior taxa de esforço, renda inferior à máxima admitida e pais com rendimentos baixos tem mais hipóteses de conseguir o subsídio. Se reunir entre 120 e 290 pontos, o escalão mais alto, tem direito ao apoio máximo: até metade da renda admitida, no primeiro ano. Nos escalões abaixo, recebe até 40% e 30% daquele valor.
As rendas máximas admitidas variam em função da localidade e da tipologia da casa. Em Lisboa, oscilam entre € 500 (T0 a T1) e € 750 por mês (T4 a T5), mais 47% e 10% do que em 2007. No Porto, foram fixadas em € 400 e € 650, o que representa aumentos na ordem dos 82 e 44 por cento.
Com novos tectos nas rendas, sobem os subsídios: até € 250 ou € 200, consoante resida num T1 em Lisboa ou no Porto. Para as casas maiores (T5), os apoios máximos sobem para € 375 e € 325, respectivamente. No Portal da Habitação, encontra os valores para o resto do País.
Podem candidatar-se todos os jovens que já usufruíram do extinto Incentivo ao Arrendamento Jovem (IAJ). De fora ficam os que tenham outras formas de apoio ao arrendamento ou dívidas ao Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, decorrentes do IAJ. As fases de candidatura seguintes decorrerão em Setembro e Dezembro.
Última atualização em abril de 2008
|