A abundância gerou a noção de que o progresso não tem limites, tudo se produz e tudo se pode deitar fora, já que o sistema produtivo é imparável, cria emprego para todos e todos estão satisfeitos. Os empresários e os trabalhadores pretendem, na esfera da produção, lucros e salários mais elevados, mas, ao transferirem-se para o estatuto de consumidores, reclamam preços mais baixos, o máximo de segurança dos produtos e serviços à sua disposição, o controlo dos mecanismos de persuasão para a venda, etc.